A Nossa Língua Portuguesa

Thursday, July 28, 2005

A utilidade dos conhecimentos adquiridos na disciplina de hipermédia na minha prática docente

Reflexão:

Se tivesse que fazer o balanço desta disciplina, neste final de semestre, o saldo seria sempre positivo, uma vez que os meus conhecimentos eram bastante limitados.
Adquiri algumas competências na elaboração de material para utilizar nas nossas aulas, o que hoje em dia, ao nível da motivação dos alunos, este factor parece ser essencial, uma vez que lhes pode proporcionar aulas “diferentes” em que a aquisição de conhecimento pode ser feita de uma maneira mais lúdica e igualmente construtivista. Elaborar uma WebQuest (algo em que nunca tinha ouvido falar), utilizá-la na aula, proporcionar aos alunos novas formas de aprendizagem, tudo isto já me parece viável e executável. Elaborar a página da escola, da turma (caso a da escola já exista) ou da disciplina, com os alunos, será uma actividade em que poderemos contribuir, sobretudo tendo em conta que a escola é uma instituição que tem que ter o nosso contributo para se tornar cada vez mais moderna e aliciante.
Em suma, a minha opinião geral é muito positiva. O que gostaria de ressalvar é que apesar de achar que a disciplina exigiu muito de nós, admito que para aprender, não poderia ser de outro modo. O único defeito que posso apontar é que todo este trabalho, todo este conhecimento novo, que é cada vez mais indispensável na nossa profissão e na nossa sociedade sempre em evolução para as novas tecnologias, como é que pode fazer parte de uma disciplina de opção e ser “desvalorizada” na contabilização de apenas 1 (um) crédito?

Thursday, June 02, 2005

O que é a Sociedade de Informação?

- O que é a sociedade de informação?
Através de uma infra-estrutura tecnológica de ligação entre entidades detentoras de conteúdos culturais, instituições de difusão do saber, organismos como universidades ou laboratórios e organismos de divulgação artística, de modo a permitir o acesso fácil ao público especializado nas diferentes áreas do saber.

- O que significa aprender na sociedade de informação? (Ver no livro verde da sociedade e informação).
Significa aprender a conhecer (adquire instrumentos de compreensão, matérias, …), aprender a fazer (de modo a agir sobre o meio envolvente), aprender a viver em comum (cooperar em grupo na sociedade), aprender a ser (desenvolver a personalidade, ganhar autonomia e responsabilidade).

- Qual o papel do professor na sociedade de informação?
Como a informação passa a estar disponível a todos os cidadãos, o aluno chega à escola com uma imagem formada de mundo real ou fictício que ultrapassa o limite da família e da comunidade. O acesso ao saber é-lhe facilitado. O acesso ao saber é tão facilitado que lhe fornece a capacidade de conduzir o seu destino. O aluno escolhe o seu percurso de escolarização. O conceito de educação deixa de reportar-se apenas à escola para se associar à vida, num mundo onde a rapidez das mudanças se conjuga com a globalização.

Friday, May 20, 2005

Alguns erros da nossa querida língua portuguesa....

Não: // Sim:
Fazem cinco anos que (...) // Faz cinco anos que (....)
Houveram muitos acidentes. // Houve muitos acidentes.
Existe muitas esperanças. // Existem muitas esperanças.
Aluga-se casas. // Alugam-se casas.
Precisam-se de operários. // Precisa-se de operários.
Procura-se empregados. // Procuram-se empregados.
Tratam-se dos melhores profissionais. // Trata-se dos melhores profissionais.
Obrigado. - disse a rapariga. // Obrigada. - disse a rapariga.
Meia louca. // Meio louca


Não sabiam aonde ele estava. // Não sabiam onde ele estava.
Não tem nada haver. // Não tem nada a ver.
Ficou sobre a mira do chefe. // Ficou sob a mira do chefe.

Fonte: Estrela, E; Soares, M.A.; Leitão, M.J. - "Saber escrever, saber falar"

Thursday, May 19, 2005

Reflexão Sobre a WebQuest Seleccionada

Reflexão Sobre a WebQuest Seleccionada
(URL: http://www.iep.uminho.pt/aac/lic/te/ate04/WQpi/wqcamoniana )



A WebQuest que seleccionámos intitula-se Camões e “Os Lusíadas”,publicada nos exemplos fornecidos pela docente Ana Amélia Amorim Carvalho, responsável pela disciplina de Os Hipermédia na Sociedade da Informação.

Após o preenchimento da grelha de Bellofatto, tendo também em atenção os aspectos propostos por Bernie Dodge, na sua Fine Points Checklist igualmente traduzidos e adaptados pela docente, chegámos às seguintes conclusões:



· A WQ, encarada como um desafio pode estimular intelectualmente os alunos e levá-los à curiosidade de que deve estar imbuído um investigador;
· A WQ que seleccionámos adequa-se ao actual programa de 9º ano de Língua Portuguesa e pode constituir uma ferramenta interessante de trabalho que promove simultaneamente o desejo pelo conhecimento da vida e obra de Luís de Camões e pelo desenvolvimento da criatividade;
· Ao observarmos esta WQ descobrimos que, no que respeita à componente estática, esta pode considerar-se atractiva e consistente. A introdução atrai o aluno para a WQ ao relacionar-se com os interesses dele, propondo-lhe um desafio cognitivo: “Viaja connosco!” “Queres descobrir uma obra de aventuras? (…) temos um desfio para te propor (…) Estás pronto para embarcar neste aventura?”;
· Verificámos também que se a navegação for intuitiva, se as tarefas a executar forem bem clarificadas e se os recursos tiverem qualidade, qualquer aluno pode solucionar com sucesso o que lhe foi proposto, desenvolvendo assim os seus conhecimentos e aptidões na busca e selecção de informação pertinente;


Autoras: Lurdes Martins e Patrícia Ferreira.

Tuesday, May 17, 2005

A Webquest

O que é uma webquest?

A Webquest são actividades orientadas para a pesquisa em que toda ou quase toda a informação se encontra na web.


Quando surgiu?

A primeira webquest surgiu em 1995.


Quem são os mentores?

O mentor deste conceito foi Bernard Dodge, no âmbito das actividades propostas na disciplina EDTEC 596, "Interdisciplinary Teaching with Technology".


Quais são os componentes de uma Webquest?

Na elaboração das WebQuest devem-se considerar 6 componentes:
Introdução: deve ser motivadora e desafiante quer ao nível da temática, quer ao nível cognitivo;
Tarefas: deve haver uma explicitação das tarefas a realizar que podem ser de diferentes tipos ( são 12 os exemplos de tarefas apresentados);
Processo: deve indicar as fases ou etapas a seguir, com orientações pormenorizadas. No processo deve-se considerar a clareza (explicitação) e a estrutura (fio condutor) e a riqueza (diversidade, dinamismo);
Recursos ou Fontes: devem estar disponíveis na Web para consulta, análise e interpretação. Privilegiar a quantidade e qualidade de recursos disponíveis;
Avaliação: deve indicar como será avaliado o desempenho dos alunos (individual ou em grupo). Deve apresentar os indicadores qualitativos e quantitativos da avaliação;
Conclusão: deve apresentar um resumo da experiência realizada, referindo as vantagens na realização do trabalho. Deve fomentar a curiosidade do aluno para posteriores pesquisas disponibilizando tarefas complementares que o aluno pode explorar.


Qual pode ser a duração de uma Webquest?

- curta duração (são realizadas entre uma a três aulas) têm como objectivo levar o aluno a percorrer uma significativa quantidade de informação e a compreendê-la, como refere Dodge (1997), centra-se na aquisição e integração do conhecimento.
- longa duração (1 semana a 1 mês em ambiente de sala de aula) têm por objectivo alargar e refinar o conhecimento.


Como é feita a Avaliação de uma Webquest?

A avaliação é feita quantitativamente, através da atribuição de uma pontuação, centrada nos seguintes parâmetros:
- Componente estética (componente visual, navegação, aspectos técnicos - mecânicos);
- Introdução (motivação temática, motivação cognitiva);
- Tarefa (relação da tarefa com o que é, habitual - standards, nível cognitivo da tarefa);
- Processo (clareza, estrutura, riqueza);
- Recursos (quantidade, qualidade),
- Avaliação (clareza dos critérios).

Todos estes parâmteros são avaliados em três momentos: fase inicial, em desenvolvimento e WQ terminada.

Monday, May 09, 2005

Últimas notícias sobre as Provas de Aferição de Português

As provas de aferição de Matemática e Português vão deixar de ser anónimas. A partir deste ano, os alunos do 4.º e 6.º anos vão ter de escrever o seu nome no cabeçalho do exame, por indicação da ex-ministra da Educação. Maria do Carmo Seabra justificou a medida com a falta de empenho que, em anos anteriores, os alunos demonstraram em relação a este tipo de prova.

É que sabendo que as provas de aferição são anónimas e que não têm qualquer peso na nota final da disciplina, muitos alunos adoptaram uma postura negligente relativamente a esta avaliação, desde espaços deixados em branco a insultos escritos nas folhas de teste.

As provas de aferição foram criadas não para avaliar os conhecimentos de cada aluno, mas sim para ajudar os professores e a administração educativa a identificarem falhas nas estratégias de aprendizagem - corrigindo-as e aperfeiçoando-as - e a aferir até que ponto as competências definidas nos currículos das duas disciplinares nucleares estão a ser apreendidas pelos alunos.

Esta é, no entanto, uma máquina que precisa de ser afinada, uma vez que a pouco mais de duas semanas da realização de novas provas de aferição - terão lugar nos dias 18 e 19 de Maio - ainda não foram conhecidos os resultados de 2004.

Outra das críticas apontadas a este tipo de avaliação - que se realiza pelo quinto ano consecutivo - prende-se com as sucessivas mudanças dos seus enunciados e com as divergências quanto aos critérios de correcção.

Ainda assim, Albino Almeida defende o fim do anonimato das provas. De acordo com o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, "se queremos aferir alguma coisa, se queremos que estas provas sirvam para avaliar a qualidade das aprendizagens, têm de deixar de ser anónimas"."

É fundamental que os alunos se empenhem nas provas, que percebam que são a sério, porque só dessa forma será possível reflectir e melhorar o conteúdo das aulas", sustentou Albino Almeida ao EDUCARE.PT, acrescentando que as provas de aferição podem fornecer "indicadores preciosos no sentido de perceber porque é que os conhecimentos não foram apreendidos e, a partir daí, melhorar a prestação dos alunos portugueses em estudos internacionais como o PISA".

A mesma opinião tem a Federação Nacional dos Sindicatos de Educação (FNE). "Concordamos que a identificação do aluno constitua um termo de responsabilidade, porque em algumas situações foi visível que o empenho dos alunos não era o desejável", referiu João Dias da Silva ao EDUCARE.PT."

No entanto, tem de haver a ressalva de que a identificação do aluno não vai extravasar mais do que o efeito que este tipo de provas pretende ter. As provas de aferição foram criadas para serem lidas em termos globais, e os seus resultados não podem ter efeitos na progressão escolar individual de cada aluno", sustentou o secretário-geral da FNE.

O despacho assinado por Maria do Carmo Seabra estabelece que a informação sobre o desempenho dos estudantes a nível nacional, regional, de escola e por turma seja fornecida à escola e, caso seja solicitado, aos encarregados de educação.

Fonte: www.Educare.pt

Thursday, May 05, 2005

Primeira experiência

Esta é a minha primeira experiência de blog....
Como isto é totalmente novo e moderno para mim e estou a conseguir fazer o exercício, sinto-me muito satisfeita....
Aqui vai um site interessante....